hércules ( edu planchêz pã maçã silattian )
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eu sempre arte,
sempre astucioso diante do esculpir,
do coroar serpentes com tiaras egipcias,
do pular vulcões, do pular nos vulcões,
para nas sementes do que queima
aprender o novo alfabeto
mar aberto, rua aberta,
saíras de sete cores pousadas nos fios,
nas costas do novo dia
eu poeta da noite sem guerra,
do atraente,
do sabor e do perfume,
direi o que sempre foi dito,
o que tudo representa,
o que cabe na superficie de uma de suas unhas
num punhado de terra planto as sementes de pitomba,
planto o seleto café e a mandioca,
o abacateiro e a mangueira de hércules


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