O louco Rio de Janeiro caminha no vácuo,
nas lacunas do desmando,
a cidade abandonada finge não contar seus mortos,
a cidade sitiada conserva seus entes amontoados em gaiolas,
prisões mentais construidas pelos sem mentes,
monstrengos que nada conversam com o ser da poesia,
com o agente mágico das silabas cósmicas


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