maçã ainda que maçã não mais que semente,
não mais que flor tingida de sangue celestial,
maçã de meu nome sendo devorada
um pontinho surge no corpo do papel,
compreendo que seja uma letra,
uma pequena letra, um sinal
um sinal,
uma labareda que risca de fora a fora o aglomerado de pedras,
um anum carregando no bico gravetos,
anum esse que mora numa das canções de zé ramalho
e nas lembrança que trago da jacarepaguá arcáica
de meus dias de aprendiz mirim


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