quarta-feira, 25 de maio de 2022

 


a lapa de mim hiberna, jacarepaguá em mim hiberna,
hiberna os ursos que são homens e mulheres,
aqui nas noites do rio de janeiro
em que meu coração pede fogueiras
cá dos ossos meus mesmo aclamo o direito de mergulhar
nos dedos anéis de ouro abrilhantados por diamantes
que são os olhos de minha sincera amada
senhora
por todas as vidas,
minha canteira,
recite em frances e árabe
o um poema nosso
fria noite na jacarepaguá profunda de minha origem,
de nossa origem, rudes selvagens ladrões de frutas...
limão rosa abacate acerola alfa vaca amora pitanga manga,
um tucano bailou diante dos olhos sutis de catarina crystal
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edu planchêz pã maçã silattian

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