é desse caos que sái o novo antônio eduardo, para a ação,
para o respiro do ar da tranquilidade,
vendo no que escrevo o rascunho de como estou,
as colinas sobem por dentro,
bem no centro da engrenagem
dragões e águias vosferam
a máquina apita mesmo eu pingando de caos,
mesmo eu carcando na goela um golaço de pitu ilegitimo
para ver a moça que dança no vermelho do sol
dar pulinhos no chuveiro sem arrancar a unha do dedão do pé


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