respiro o mesmo projeto, o projeto de escrever e cantar
desde muito além desse hoje, nem sei o que dizer,
como falar que busquei, que busco o reconhecimento,
total, absoluta dedicação, mas até então apenas alguns me ouvem,
me ouviram, leram o que produzo, o que produzi,
há a dor do desprezo, de pouco ou nada receber em troca;
tico santa cruz um dia me disse "tem artistas que já nascem póstumos"
e olhando bem no fundo dos meus olhos...
tico, não estou morto, não nasci morto,
não é porque a indústria não abriu as portas
para a minha vasta obra que vivo sem valor,
que desisti de tudo,
mas te agradeço por tudo que me deste
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( edu planchêz pã maçã silattian )


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