a purpurina dos astros gira em torno do vórtice
dos homens e das mulheres do clã
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a purpurina dos astros gira em torno do vórtice
dos homens e das mulheres do clã,
tudo é gestado no cone dos olhos,
no cone do que parece ser impossível,
e eu digo que é impossível não ver nas nádegas
dos rios do não tempo as cores da vertigem
um braço, dois braços, mil e setecentos braços
de água e argila nas tintas da boca,
na bunda do mundo
de resto deixo que os vocábulos do infinito
se firmem no gelo do que penso,
do que não penso,
do que peço ao vento sideral
seres do clã, das indecentes artérias,
dos perigos e dos adventos
traçados com as palavras que chegam a esmo
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( edu planchêz pã maçã silattian )


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