luz pélvica do cavalo sem nome
da nova américa que orbita pelos céus dos relâmpagos
para escapar da peçonha que amarga o mundo
védico olhar,
cá nas locas, aplumo o peito e a lança
para reger com os pés a dança de shiva,
a dança da chuva cravejada de sóis
e eu sou o principe das poças de lama,
anfitrião e passageiro da grande viagem,
o peixe, o elefante ganesha


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