nas raizes das árvores,
nas raizes das urnas em que se guarda o que nunca foi ontem,
o que sempre picota nas compotas os fragmentos do pêssego
do nosso paladar supra aquariano sempre escorpião e sagitário
bora por nas rodelas do peito a nave de estrelas,
o embrionário sonho das ostras,
a arte dos que se movem pelos becos
ao som dos tambores da noite do fogo azul,
na noite dos encaracolados reinos
de nossos cabelos no cio do roxinol persa
( edu planchêz pã maçã silattian )


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